sábado, 9 de julho de 2011

"Os dias que eu me vejo só São dias que eu me encontro mais..."


Como estou de férias... Tenho tempo de sobra para pensar... Estou me cercando de tudo que me faz bem, de amigos, que mesmo longe posso senti-los muito próximos, de musicas que me trazem lembranças boas, indo a lugares que me fazem bem. Saindo pra tomar sorvete, assistir um filme, fazendo maratonas de Harry Poter (né Dália? rsrsrs), buscando praticar exercícios, até porque como já diziam, “mente sã, corpo são”! Descobrindo que deixei de fazer coisas, de uma forma natural, pois achava que não iam me fazer falta, mas além de fazerem falta, me prejudicaram. Não existem culpados a não ser eu mesma, pois ninguém me pediu nada, somente fiz escolhas “erradas” e hoje busco consertar meus erros... E Deus na sua infinita misericórdia sempre nos dá chances para nos modificar, basta nós enxergamos o que temos que aprender, e o que temos que deixar passar...
Hoje sinto saudades de gestos, frases, olhares, uma braço, um cheiro, encostar minha cabeça no peito e sentir que nada irá me atingir, um beijo, uma pele... Seres Humanos complicados, Por que deixamos oportunidades valiosas passarem? Do que temos medo? Sei que tudo é um aprendizado. E sei que vou sair melhor do que entrei, pois estou aproveitando cada lição, cada lágrima, cada sofrimento. Tudo na vida tem um lado bom, e apesar de toda escuridão vou enxergar sempre uma luz, Posso ser uma boba, mas sou assim...

Vi uma frase num filme e me tocou... “Gosto de olhar você dormir, é fascinante pra mim”.
Composição: Rodrigo Amarante
Quis nunca te perder
Tanto que demais
Via em tudo o céu
Fiz de tudo o cais
Dei-te pra ancorar
Doces deletérios
Eu quis ter os pés no chão
Tanto eu abri mão
Que hoje eu entendi
Sonho não se dá
É botão de flor
O sabor de fel
É de cortar.
Eu sei é um doce te amar
O amargo é querer-te pra mim
O que eu preciso é lembrar, me ver
Antes de te ter e de ser teu, muito bem
Quis nunca te ganhar
Tanto que forjei
Asas nos teus pés
Ondas pra levar
Deixo desvendar
Todos os mistérios
Sei, tanto te soltei
Que você me quis
Em todo lugar
Lia em cada olhar
Quanta intenção
Eu vivia preso
Eu sei, é um doce te amar
O amargo é querer-te pra mim
Do que eu preciso é lembrar, me ver
Antes de te ter e de ser teu
O que eu queria, o que eu fazia, o que mais?
Que alguma coisa a gente tem que amar, mas o quê?
Não sei mais
Os dias que eu me vejo só
São dias que eu me encontro mais
E mesmo assim eu sei tão bem
existe alguém pra me libertar.

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